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RUGBY EM CADEIRA DE RODAS


O Rugby em cadeira de rodas é jogado em uma quadra de basquetebol. É muito parecido com o futebol americano, por ter quase os mesmos objetivos e ser um jogo que envolve forte contato físico. Participam juntos, atletas de ambos os sexos com deficiência Física.

O Rugby em cadeira de rodas inicialmente foi chamado de murderball (bola assassina em inglês) antes de receber o nome menos controverso no final dos anos 80.

O esporte foi criado em 1976 em Winnipeg Canadá, por cinco atletas cadeirantes que procuravam uma alternativa para o basquetebol em cadeira de rodas. O Rugby em cadeira de rodas veio como demonstração em Atlanta 1996 e estreou oficialmente em Sydney 2000 nos Jogos Paralímpicos.

Bravura, habilidade e resistência, dois times, formados por quatro atletas cadeirantes cada, passam a bola entre si na tentativa de cruzar a linha de gol adversária e marcar pontos

É de impressionar a garra de atletas limitados em cadeiras de roda competindo igualitariamente entre si, e atribuindo um grande embate de habilidades físicas, técnica e coletivamente em uma modalidade que combina elementos do basquetebol, handebol e do rugby.

REGRAS BÁSICAS DO RUGBY EM CADEIRA DE RODAS


A competição

Alguns jogadores usam para-choques, e os defensores podem usar uma barra na cadeira de rodas para fastar os adversários.

A partida é disputada com uma bola de voleibol em uma quadra de basquetebol e reúne equipes com até 12 jogadores, sendo que apenas quatro ficam em quadra ao mesmo tempo.

Cada jogada de ataque pode durar até 40 segundos. Caso a equipe não marque pontos, perde a posse de bola.

Um gol é marcado quando um jogador passa com pelo menos duas rodas da cadeira e a bola sob controle pela linha de gol do adversário.

O jogador com a posse da bola deve quicá-la ou passá-la pelo menos uma vez a cada 10 segundos e nenhum companheiro de equipe poderá ficar na ‘área-chave’ do adversário por mais de 10 segundos. A equipe que está na defesa não poderá ter mais de três jogadores na ‘área-chave’ ao mesmo tempo.

Duração

As partidas duram 32 minutos, divididos em quatro tempos de oito minutos, com um intervalo de dois minutos após o primeiro e o terceiro quartos e uma pauta de cinco minutos após o segundo.

Cada time tem direito a pedir quatro tempos técnicos de 30 segundos, solicitados pelos jogadores em quadra, e dois tempos técnicos de um minuto, que devem ser solicitados pelo banco de reservas.

Faltas

O contato corporal entre os jogadores não é permitido, ao contrário do contato entre as cadeiras, desde que um atleta não atinja a cadeira de um adversário atrás do eixo da roda traseira.

Uma falta cometida pelo time atacante resulta em mudança da posse de bola, mas se o time defensor comete uma falta, o autor fica fora do jogo por 60 segundos ou até o time adversário marcar um gol.

Se uma equipe cometer falta sobre um jogador que estiver em situação clara de marcar um gol, o gol será computado como punição, ao invés da saída temporária do atleta que cometeu a falta.

Bola presa
O árbitro paralisa a partida quando dois jogadores seguram a bola ao mesmo tempo ou quando ela fica presa sob a cadeira de um dos atletas.

Reposição
No recomeço da partida, após uma paralisação ou um gol, o atleta tem até 10 segundos para repor a bola em jogo, passando para um companheiro.

Spinning
Falta cometida quando um atleta atinge a cadeira do adversário atrás do eixo da roda traseira, fazendo com que ela gire horizontal ou verticalmente.